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	<title>φρόνησις</title>
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	<description>"Se você tem vivido em desespero, então o que mais você ganhe ou perca, para você tudo está perdido." KIERKEGAARD</description>
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		<title>φρόνησις</title>
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		<title>Hume e a Geometria</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
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		<description><![CDATA[O segundo princípio que me propus observar diz respeito à Geometria. Tendo negado a divisibilidade infinita da extensão, nosso autor sente-se obrigado a refutar aqueles argumentos matemáticos apresentados a favor daquela tese; tais argumentos, de fato, são os únicos que têm algum peso. Para refutá-los, nega que a Geometria seja uma ciência suficientemente exata para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1395&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;padding-left:30px;">O segundo princípio que me propus observar diz respeito à <strong>Geometria</strong>. Tendo negado a divisibilidade infinita da extensão, nosso autor sente-se obrigado a refutar aqueles argumentos matemáticos apresentados a favor daquela tese; tais argumentos, de fato, são os únicos que têm algum peso. Para refutá-los, nega que a Geometria seja uma ciência suficientemente exata para admitir conclusões tão sutis como as que dizem respeito à <strong>divisibilidade infinita</strong>. Seus argumentos podem ser expostos assim: toda a Geometria está fundada nas noções de igualdade e desigualdade, e logo, a própria ciência terá menor ou maior exatidão, conforme tivermos ou não um padrão mais ou menos exato dessa relação. Ora, existe um padrão exato de igualdade, supondo-se que a quantidade é composta de pontos indivisíveis. Duas linhas são iguais quando os números de pontos que as compõem são iguais, e quando cada ponto de uma corresponde a cada ponto da outra. Mas, mesmo que esse padrão seja exato, é inútil, pois jamais conseguimos contar o número de pontos em nenhuma linha. Além disso, isto se funda na suposição da divisibilidade finita, e, portanto, não pode fornecer qualquer conclusão contra ela. Se rejeitarmos esse padrão de igualdade, não temos outro que possua quaisquer pretensões de exatidão. Posso exemplificar com dois padrões comumente usados. Duas linhas sobre unia jarda, por exemplo, são consideradas iguais quando contêm qualquer quantidade inferior, como uma polegada, o mesmo número de vezes. Mas isso é um círculo vicioso. Pois a quantidade que chamamos de polegada, em uma das linhas, é supostamente <em>igual </em>à que chamamos de polegada na outra. E a questão ainda é: por que padrão procede-mos quando as julgamos iguais: ou, com outras palavras, que queremos dizer quando dizemos que elas são iguais. Se tomarmos quantidades ainda menores, seguiremos assim <em>in infinitum.</em> Logo, não é nenhum padrão de igualdade. Os filósofos, em sua maioria, quando perguntados sobre o que entendem por igualdade, respondem que a palavra não admite definições, e que basta colocar diante de nós dois corpos iguais, tais como dois diâmetros de um círculo, para fazer-nos entender esse termo. Ora, isso é tomar a <strong><em>aparência geral </em>dos objetos</strong> como padrão dessa proporção, e entregar à nossa ima- ginação e aos nossos sentidos o último julgamento sobre ela. Mas, tal padrão não admite nenhuma exatidão e não consegue fornecer conclusão contrária à imaginação e aos sentidos. Se a questão é válida ou não, o mundo dos sábios deverá julgar. Seria certamente desejável que se descobrisse algum expediente para reconciliar a filosofia com o senso comum, os quais, no que concerne a questão da divisibilidade infinita, sustentaram guerras muito cruéis.<a href="#_ftn1">[1]</a></p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref">[1]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 101-9</p>
Posted in Filosofia Moderna, Hume Tagged: Aparência, Divisibilidade infinita, Geometria, Hume, Igualdade, Princípio <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1395/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1395/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1395/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1395&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hume e a alma</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 02:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Hume]]></category>
		<category><![CDATA[Alma]]></category>
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		<description><![CDATA[a alma, até onde somos capazes de concebê-la, não passa de um sistema, ou sucessão de diferentes percepções, as de calor e de frio, amor e ira, pensamentos e sensações, tudo interligado, mas sem nenhuma simplicidade perfeita ou identidade. Descartes sustentava que o pensamento é a essência da mente; não este ou aquele pensamento, mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1392&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;padding-left:30px;"><strong>a</strong><strong> </strong><strong>alma</strong>, até onde somos capazes de concebê-la, não passa de um sistema, ou sucessão de diferentes percepções, as de calor e de frio, amor e ira, pensamentos e sensações, tudo interligado, mas sem nenhuma simplicidade perfeita ou identidade. <strong><em>Descartes</em></strong> sustentava que o pensamento é a essência da mente; não este ou aquele pensamento, mas o pensamento em geral: e, portanto, devem ser nossas várias percepções particulares que compõem a mente. Digo <em>compõem </em>a mente, e não <em>pertencem </em>a ela. A mente não é uma substância na qual as percepções são inerentes. Essa noção é tão ininteligível quanto a <em>cartesiana, </em>segundo a qual o pensamento, ou a percepção em geral, é a essência da mente. Não temos nenhuma idéia de substância, de qualquer espécie, uma vez que não temos nenhuma idéia que não derive de alguma impressão, e não temos nenhuma impressão de qualquer substância, seja material ou espiritual. Nada conhecemos além de qualidades particulares e percepções. Como nossa idéia de qualquer corpo, um pêssego, por exemplo, é somente a de um gosto particular, cor, forma, tamanho, consistência, etc. Assim, nossa idéia de mente é apenas a de percepções específicas, sem a noção de nada que chamamos substância, seja simples ou composta.</p>
<p style="text-align:justify;">HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 99-101</p>
Posted in Filosofia Moderna, Hume Tagged: Alma, Descartes, Hume, Mente <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1392/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1392&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hume e a associação de ideias</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 13:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
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Ao longo de todo este livro, há grandes pretensões de novas descobertas em filosofia; mas se qualquer coisa pode conferir ao autor um título tão glorioso como o de inventor, é o uso que ele faz do princípio da associação de idéias, que perpassa a maior parte de sua filosofia. Nossa imaginação tem grande [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1390&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong><br />
</strong></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">Ao longo de todo este livro, há grandes pretensões de novas descobertas em filosofia; mas se qualquer coisa pode conferir ao autor um título tão glorioso como o de <em>inventor, </em>é o uso que ele faz do princípio da associação de idéias, que perpassa a maior parte de sua filosofia. Nossa imaginação tem grande ascendência sobre nossas idéias; e não há idéias, distintas umas das outras, que ela não seja capaz de separar, juntar e compor em todas as variedades da ficção. Mas apesar do império da imaginação, existe um <strong>elo secreto</strong> ou união entre idéias específicas, que determina a mente a juntá-las mais freqüentemente, e faz com que uma, ao surgir, introduza a outra. Daí advém o que chamamos <strong><em>apropos </em></strong><strong>do discurso</strong>; daí a conexão da escrita. E daí aquela linha, ou cadeia de pensamento, que um homem naturalmente sustenta, mesmo na mais vaga ré<em>verie. </em>Esses princípios de associação reduzem a três, quais sejam, <strong><em>Semelhança</em></strong><em>:</em> um retrato faz-nos naturalmente pensar no homem que foi retratado; <strong><em>Contigüidade</em></strong><em>: </em>quando <em>St. Denis </em>é mencionado, a idéia de <em>Paris </em>ocorre naturalmente; <strong><em>Causa</em></strong><em>:</em> quando pensamos no filho, estamos aptos a transferir nossa atenção para o pai. Será fácil conceber de quão vastas conseqüências devem ser esses princípios na ciência da natureza humana, se considerarmos que, no que diz respeito à mente, são esses os únicos elos que atam entre si as partes do universo, ou que nos ligam com qualquer pessoa ou objeto exterior a nós. Pois, sendo apenas por meio do pensamento que qualquer coisa opera sobre nossas paixões, e como esses são os únicos laços de nossos pensamentos, eles são realmente, <em>para nós,</em> o cimento do universo, e todas as operações da mente, em grande medida, devem deles depender. <a href="#_ftn1">[1]</a></p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref">[1]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 119-125</p>
Posted in Filosofia Moderna, Hume Tagged: Apropos, Causa, Contiguidade, discurso, Hume, Idéia, Paixão, Semelhança <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1390/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1390&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Hume e a Poesia</title>
		<link>http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/25/hume-e-a-poesia/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A poesia, com toda a sua arte, jamais pode causar uma paixão, como as da vida real. Falha na concepção original de seus objetos, que nunca se fazem sentir do mesmo modo que aqueles que comandam nossa crença e opinião.&#8221;

HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 85
Posted in Filosofia Moderna, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1386&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><strong>&#8220;A poesia,</strong> com toda a sua arte, jamais pode causar uma paixão, como as da vida real. Falha na concepção original de seus objetos, que nunca <em>se fazem sentir </em>do mesmo modo que aqueles que comandam nossa <a href="http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/25/hume-e-a-crenca-o-novo-modo-de-conceber-a-ideia/">crença</a> e opinião.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 85</p>
Posted in Filosofia Moderna, Hume Tagged: Crença, Hume, Poesia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1386/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1386&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Hume e a crença, o novo modo de conceber a ideia</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 22:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
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		<description><![CDATA[Hume e a crença, o novo modo de conceber a ideia
Nenhuma questão de fato pode ser provada senão a partir de sua causa ou de seu efeito. Nada pode ser conhecido como sendo causa de outra coisa senão pela experiência. Não podemos apresentar razão alguma para estender ao futuro nossa experiência do passado; mas somos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1380&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hume e a crença, o novo modo de conceber a ideia</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Nenhuma questão de fato pode ser provada senão a partir de sua causa ou de seu efeito. Nada pode ser conhecido como sendo causa de outra coisa senão pela experiência. Não podemos apresentar razão alguma para estender ao futuro nossa experiência do passado; mas somos inteiramente determinados pelo costume quando concebemos um efeito seguindo-se a sua causa habitual. Mas também cremos que um efeito se segue, ao mesmo tempo que o concebemos.- Tal crença não acrescenta nenhuma idéia nova à concepção. Apenas modifica a maneira de conceber e produz uma diferença para a sensibilidade ou sentimento. A crença, portanto, <em>em </em>todas as questões de fato, brota apenas do costume, e é uma idéia concebida de um <em>modo </em>peculiar. <a href="#_ftn1">[1]</a></p>
<p style="text-align:justify;">Hume também chama esta crença de concepção forte ou vívida, mas que, independente do nome que se dê, este sentir, alerta-nos, deve ser conscientizado em nosso íntimo. Não acrescenta nenhuma idéia nova. A diferença está no modo de conceber que, uma vez a causa presente, “<em>a mente, pelo hábito, passa imediatamente à concepção e crença no efeito costumeiro</em>”<a href="#_ftn1">[1]</a>. Assim, é o hábito, e não a razão, que determina o padrão de nossos julgamentos. &#8220;<em>Quase todos os raciocínios são aí reduzidos à experiência; e a crença, que acompanha a experiência, é explicada como não sendo senão um sentimento peculiar, ou uma vívida concepção produzida pelo hábito.&#8221;</em></p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref">[1]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 89</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 81-3</p>
Posted in Filosofia Moderna, Hume Tagged: Causa, Crença, Efeito, Hume, Idéia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1380/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1380&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Conto Zen &#8211; A atenção à realidade</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 18:54:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Conto]]></category>
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		<category><![CDATA[Sandália]]></category>

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		<description><![CDATA[
Certa vez um Mestre mandou que chamassem determinado discípulo, que se encontrava recluso em sua cabana, nos arredores de um mosteiro Zen.
Este discípulo já estava com este Mestre há anos, treinando sob sua direção.
Como o Mestre tinha muitos discípulos, era difícil de se conseguir uma entrevista particular com ele.
O discípulo achou inusitado o fato do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1377&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">Certa vez um Mestre mandou que chamassem determinado discípulo, que se encontrava recluso em sua cabana, nos arredores de um mosteiro Zen.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">Este discípulo já estava com este Mestre há anos, treinando sob sua direção.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">Como o Mestre tinha muitos discípulos, era difícil de se conseguir uma entrevista particular com ele.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">O discípulo achou inusitado o fato do Mestre estar chamando-o para uma conversa. Começou a ficar excitado, pensando: &#8220;o que será que o Mestre deseja de mim?&#8221;, &#8220;será que ele vai me perguntar alguma coisa sobre o Dharma, para me testar?&#8221;, &#8220;será que ele deseja me atribuir algum cargo ou tarefa?&#8221;.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">Com a mente repleta de pensamentos, pôs-se o monge a andar. Como estava chovendo, levou seu guarda-chuva. Ao chegar à casa do Mestre, ele fechou o guarda-chuva, colocou-o a um canto. Pôs suas sandálias molhadas do lado do guarda-chuva. Na frente do Mestre, fez as mesuras que mandam a etiqueta monástica e sentou-se.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">O Mestre então foi logo perguntando:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">- Quando você entrou aqui, de que lado do guarda-chuva você deixou suas sandálias?</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">O monge discípulo não conseguiu se lembrar com certeza&#8230; O Mestre então declarou:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">- Volte para sua cabana e medite!</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;">Desta maneira, o Mestre quis dizer que meditação e vida cotidiana são uma única realidade. Não podemos separar a nossa vida diária do ato de atenção com que devemos fazer todas as coisas. O discípulo estava separando, e vendo que ainda não estava preparado o suficiente o Mestre recomendou que ele voltasse para sua cabana e meditasse mais. A prática budista é no dia-a-dia.</span></div>
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		<title>Conto Zen &#8211; O monge e o padeiro</title>
		<link>http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/25/conto-budista-o-monge-e-o-padeiro/</link>
		<comments>http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/25/conto-budista-o-monge-e-o-padeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 05:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Oriental]]></category>
		<category><![CDATA[Zen]]></category>
		<category><![CDATA[Buda]]></category>
		<category><![CDATA[budista]]></category>
		<category><![CDATA[Monge]]></category>
		<category><![CDATA[Silêncio]]></category>

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		<description><![CDATA[(Monge Ryôtan Tokuda, originalmente publicado no Bodisatva).

Havia uma padaria em frente a um templo budista. O monge do templo precisou viajar e pediu que o dono da padaria cuidasse do templo e atendesse às visitas. Ocorre que chegou um monge viajante à aldeia.
 
Antigamente, os monges viajavam, numa espécie de treinamento monástico, visitando outros monges, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1373&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;margin:0;">(Monge Ryôtan Tokuda, originalmente publicado no Bodisatva).</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Havia uma padaria em frente a um templo budista. O monge do templo precisou viajar e pediu que o dono da padaria cuidasse do templo e atendesse às visitas. Ocorre que chegou um monge viajante à aldeia.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Antigamente, os monges viajavam, numa espécie de treinamento monástico, visitando outros monges, mestres e mosteiros. Desafiavam os mais fortes no Dharma e mantinham-se treinando. O recém chegado também praticava assim. Nessas ´batalhas do Dharma´, com perguntas e respostas, quem perdia era obrigado a deixar o templo; quem ganhava podia ficar como responsável. Uma batalha do Dharma era algo muito sério. Não era uma batalha de luta, mas de conhecimento, de experiências, de linguagem.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">O monge visitante estava chegando e o dono da padaria, preocupadíssimo, ouvia a sugestão do chefe da aldeia: <em>&#8220;Raspe a cabeça, coloque o manto e apenas sente-se diante da parede como se estivesse meditando. Faça como se estivesse em treinamento de silêncio, nada fale, nem escute e nem responda”.</em> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">O dono da padaria se animou: <em>&#8220;Ah, é fácil, isso eu posso fazer.&#8221;</em> Raspou a cabeça, colocou o manto e sentou-se voltado para a parede.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Nisso chegou o monge visitante e começou a fazer perguntas sobre o Dharma. O dono da padaria assumiu um tom grave e fez <em>&#8220;Shhh&#8221;.</em> O monge entendeu, <em>&#8220;Ah, ele está fazendo muitos dias de treinamento em silêncio, mas já que estou aqui depois de tão longa caminhada nas montanhas, vou aproveitar e perguntar com gestos, assim ele também pode responder com gestos, sem quebrar o voto de silêncio”.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></em></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> Gesticulando, o monge perguntou, &#8220;c<em>omo é o seu coração, seu espírito?&#8221;</em> O dono da padaria respondeu com um grande gesto para as dez direções, ou seja, os quatro pontos cardeais, os quatro pontos médios entre eles, para cima e para baixo: <em>&#8220;meu coração é como o oceano&#8221;.</em> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Veio a segunda pergunta, <em>&#8220;como viver neste mundo?&#8221;,</em> e o dono da padaria mostrou os cinco dedos da mão, os cinco preceitos: não matar, não roubar, não cometer adultério, não conduzir os outros a erros, não usar intoxicantes. O monge sentiu-se tocado, <em>&#8220;ah!, que bonito!&#8221;</em> E mostrou três dedos da mão, perguntando, <em>&#8220;onde estão as três jóias, o Buddha, o Dharma, a Sangha?&#8221;</em> Ao que o dono da padaria respondeu com o punho, <em>&#8220;não procure longe, está aqui muito perto, perto do olho, está aqui.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Impressionado, o monge viajante foi embora.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Vendo isso, o chefe da aldeia correu até o padeiro, <em>&#8220;o que aconteceu? Ele foi embora muito impressionado, me conte!&#8221;</em> E o dono da padaria explicou, <em>&#8220;aquele monge é muito estúpido. Primeiro, fez um gesto com as mãos, perguntando quanto custava o pão, se o pão da loja era muito pequeno, e eu abri bem os braços, mostrando que meu pão é bem grande. Ele perguntou quanto custam dez pães e eu mostrei-lhe cinco dedos, dizendo cinco moedas, mas ele me mostrou três dedos, pedindo que vendesse por três, e eu pensei, que sem vergonha, e por pouco não lhe acertei um soco no olho!&#8221;</em></span></p>
Posted in Budismo, Contos, Filosofia Oriental, Zen Tagged: Buda, Budismo, budista, Monge, Silêncio, Zen <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1373/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1373&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Hume: Adão e o Hábito</title>
		<link>http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/24/hume-adao-e-o-habito/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 13:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Hume]]></category>
		<category><![CDATA[Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Bola de Bilhar]]></category>
		<category><![CDATA[Crença]]></category>
		<category><![CDATA[Hábito]]></category>
		<category><![CDATA[Indução]]></category>
		<category><![CDATA[Razão]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado da Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Hume, uma vez que vemos uma bola de bilhar em velocidade se chocar com outra em repouso, vemos a causa-e-efeito da experiência, e a bola que estava em repouso se movimenta com o choque, mas, de maneira inversa, a que estava em movimentao agora, repousa. Porém, “segue-se que todos os raciocínios relativos a causa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1368&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Para Hume, uma vez que vemos uma bola de bilhar em velocidade se chocar com outra em repouso, vemos a causa-e-efeito da experiência, e a bola que estava em repouso se movimenta com o choque, mas, de maneira inversa, a que estava em movimentao agora, repousa. Porém, “<em>segue-se que todos os raciocínios</em><em> </em><em>relativos a causa e efeito são fundados na</em><em> </em><em>experiência, .e que todos os raciocínios advindos da experiência são fundados no</em><em> </em><em>pressuposto de que o curso da natureza</em><em> </em><em>continuará uniformemente o mesmo. Concluímos que causas semelhantes, em seme</em><em>lhantes circunstâncias, produzirão sempre</em><em> </em><em>efeitos semelhantes</em>”<a href="#_ftn1">[1]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">É evidente que um Adão sem experiência nenhuma, apenas com a razão nãopoderia induzir que sempre que uma bola de bilhar em movimento se chocasse com outra em repouso aconteceria a mesma coisa.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Somos determinados exclusivamente pelo Hábito a supor o futuro conforme ao passado. Quando vejo uma bola de bilhar movendo-se em direção a outra, minha mente <em>é </em>imediatamente levada pelo hábito ao efeito costumeiro, e antecipa minha visão, concebendo a segunda bola em movimento. Nada há, nesses objetos, considerados abstrata e independentemente da experiência, que me leve a tal conclusão. E mesmo depois de eu ter tido a experiência de muitos efeitos dessa espécie, nenhum argumento me determina a supor que o efeito será conforme à experiência passada. As forças pelas qi tais os corpos agem são inteiramente desconhecidas. Percebemos apenas suas qualidades sensíveis: e que razão temos para pensar que as mesmas forças hão de aparecer sempre unidas às mesmas qualidades sensíveis?</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Não é, pois, a razão que conduz a vida, mas o hábito. Apenas ele determina a mente, em todas as circunstâncias, a supor que o futuro é conforme ao passado. Por mais simples que este passo possa parecer, nem em toda a eternidade a razão seria capaz de dá-lo. <a href="#_ftn2">[2]</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Pelo hábito, inferimos, <strong>antes de ver</strong> um nova bola de bilhar se chocar a outra em repouso, uma relação de causa-e-efeito. O hábito antecipa a própria visão de movimento. &#8216;Sabemos&#8217; o movimento antes de vê-lo. E esta <strong>crença</strong> de que a bola se movimentará antes mesmo do choque é uma das inovações que é discutida por Hume.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 65-7</p>
<p><a href="#_ftnref">[2]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 69-71</p>
Posted in Filosofia Moderna, Hume Tagged: Adão, Bola de Bilhar, Crença, Hábito, Hume, Indução, Razão, Resumo, Tratado da Natureza <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/projetophronesis.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/projetophronesis.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/projetophronesis.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/projetophronesis.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/projetophronesis.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/projetophronesis.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/projetophronesis.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/projetophronesis.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/projetophronesis.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/projetophronesis.wordpress.com/1368/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1368&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Paulo Übermensch</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Hume: a causa-e-efeito e suas três circustâncias</title>
		<link>http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/23/hume-a-causa-e-efeito-e-suas-tres-circustancias/</link>
		<comments>http://projetophronesis.wordpress.com/2009/10/23/hume-a-causa-e-efeito-e-suas-tres-circustancias/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Hume]]></category>
		<category><![CDATA[Causa]]></category>
		<category><![CDATA[Conjunção Constante]]></category>
		<category><![CDATA[Contiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito]]></category>
		<category><![CDATA[Prioridade]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
“É evidente que todos os raciocínios a respeito da realidade se fundam na relação de causa e efeito, e que nunca podemos inferir a existência de um objeto de outro objeto, a menos que estejam interligados mediata ou imediatamente. Para compreender estes raciocínios, portanto, devemos olhar à nossa volta para encontrar alguma coisa que seja [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1363&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">“É evidente que todos os raciocínios a respeito da <em>realidade </em>se fundam na relação de causa e efeito, e que nunca podemos inferir a existência de um objeto de outro objeto, a menos que estejam interligados mediata ou imediatamente. Para compreender estes raciocínios, portanto, devemos olhar à nossa volta para encontrar alguma coisa que seja a causa de outra.</p>
<p style="text-align:justify;">Eis uma bola de bilhar pousada sobre a mesa, e outra que se move na direção da primeira, com rapidez. As bolas se chocam; e a que antes se encontrava em repouso adquire agora um movimento. Este é um exemplo tão perfeito da relação de causa e efeito como qualquer outro conhemento tivesse se comunicado, e que não houve intervalo entre o choque e o movimento. <strong><em>Contigüidade</em></strong><em> </em>no tempo e no espaço é, portanto, unia circunstância requerida à operação de todas as causas. É igualmente evidente que o movimento que foi a causa, é anterior ao movimento que foi o efeito. <strong><em>Prioridade</em></strong><em> </em>no tempo é, portanto, outra circunstância requerida em qualquer causa. Mas isso não é tudo. Se experimentarmos quaisquer outras bolas do mesmo tipo, em situação semelhante, verificaremos sempre que o impulso de uma produz movimento na outra. Eis, então, uma <em>terceira </em>circunstância, isto é, <em>a da <strong>conjunção constante</strong> </em>entre a causa e o efeito. Todo objeto como causa produz sempre algum objeto como efeito. Além dessas três circunstâncias: contigüidade, prioridade e conjunção constante, não há nada que eu possa descobrir nessa causa. A primeira bola está em movimento; encosta na segunda; imediatamente, a segunda entra em movimento. E quando faço a experiência com a mesma bola, ou com outras semelhantes, em circunstâncias idênticas ou semelhantes, verifico que a partir do movimento e toque de uma bola, segue-se sempre um movimento da outra. Não posso encontrar nada além disso, por mais que examine a questão sob vários pontconjunção constante, não há nada que eu possa descobrir nessa causa. A primeira bola está em movimento; encosta na segunda; imediatamente, a segunda entra em movimento. E quando faço a experiência com a mesma bola, ou com outras semelhantes, em circunstâncias idênticas ou semelhantes, verifico que a partir do movimento e toque de uma bola, segue-se sempre um movimento da outra. Não posso encontrar nada além disso, por mais que examine a questão sob vários pontos de vista. “</p>
<p>HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. 53-59</p>
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		<title>Hume e a Percepção</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Übermensch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Hume]]></category>
		<category><![CDATA[Idéia]]></category>
		<category><![CDATA[Impressão]]></category>
		<category><![CDATA[Percepção]]></category>

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		<description><![CDATA[O que quer se apresente à mente, quer empreguemos nossos sentidos, sejamos movidos pela paixão, ou exercitemos nosso pensamento e reflexão, Hume chama de percepção.
Esta percepção Hume divide em duas espécies, a saber, impressões e idéias.
“Quando sentimos qualquer tipo de paixão ou emoção, ou captamos as imagens de objetos externos trazidas por nossos sentidos, a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=projetophronesis.wordpress.com&blog=5218997&post=1361&subd=projetophronesis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O que quer se apresente à mente, quer empreguemos nossos sentidos, sejamos movidos pela paixão, ou exercitemos nosso pensamento e reflexão, Hume chama de percepção.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta percepção Hume divide em duas espécies, a saber, impressões e idéias.</p>
<p style="text-align:justify;">“<em>Quando sentimos qualquer tipo de paixão ou emoção, ou captamos as imagens de objetos externos trazidas por nossos sentidos, a percepção da mente é o que ele chama de impressão, palavra empregada em um novo sentido[...] As impressões são, portanto, nossas percepções vívidas e fortes”<a href="#_ftn1">[1]</a>.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>“Quando refletimos sobre uma paixão, ou um objeto que não está presente, esta percepção é uma idéia”<a href="#_ftn2">[2]</a>, </em>que é um percepção mais fraca.</p>
<p style="text-align:justify;">E esta distinção de espécie quanto a percepção é algo que Hume diz ser evidente, tanto quanto entre sentir e pensar.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto as impressões, Hume ainda diz que, ao contrario de Locke que abrange até as ‘impressões’, que Hume agora denota, como idéia inata e como não existente, as impressões como as mais fortes percepções são sim inatas. E que “<em>a afeição natural, o amor da virtude, o ressentimento e todas as outras paixões, brotam imediatamente da natureza</em>”<a href="#_ftn3">[3]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">A grande descoberta que se propõe o autor de decidir as controvérsias concernentes às idéias é que as impressões sempre antecedem as idéias.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 47</p>
<p><a href="#_ftnref">[2]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 47</p>
<p><a href="#_ftnref">[3]</a> HUME, David, Resumo de um tratado da natureza humana. Editora Paraula. P. 49</p>
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